terça-feira, julho 18, 2017

sexta-feira, junho 16, 2017

Um 8 pela Estrela e Açor


Magnifica volta!!!
Qual foi o pretexto?? Amigos!!!

O meu amigo Zé Carlos planeou para estas datas ligar o ponto mais Ocidental de Portugal, o Cabo da Roca, ao ponto mais Oriental, o miradouro da Penha das Torres na freguesia da Paradela (Bragança). 

Para mim era impossível alinhar nesta bonita jornada, com tão espectacular grupo. Não dava, mas deu para a companhia no dia da Estrela e do Açor. 

Sabia por onde eles iriam aparecer vindos da Lousã e fui ao encontro deles mesmo por cima da minha Benfeita. De manhã, fui por o Tim à escola e saí de casa a pedalar, cheguei ao local previsto 5 minutos antes deles chegarem, ou seja pouco esperei. Melhor combinado teria sido impossível, quando para ali chegar fiz quase 80 Kms e a subidinha "boa" de Pomares para a Moura da Serra.

Chegado o grupo, Zé Carlos, Gary, Borrego, Tiago Neves e outro companheiro que agora não me recordo do nome (ai a minha cabeça...), rumamos ao Piodão para almoçar. Já todos merecíamos!!

Não levei "bateria" suficiente para tirar fotografias, daí que infelizmente não deu para registar, o repasto, a boa disposição, o stress para reparar um furo mal saímos do Piodão e ...... registar a subida bem quente de Vide para a Torre pela Cabeça. Que volta brutal! Nos Piornos separei-me da malta pois eles desceram para Manteigas e eu para a Covilhã.

Bonita jornada a deles....


domingo, abril 23, 2017

Os 222 de Almeirim


Já uma vez tinha feito a ligação Cova da Beira - Almeirim por alcatrão. Na altura os 222 Kms, foram às apalpadelas. Decidido em cima da hora, sem estudar por onde ir, lá fui seguindo as placas.

Mas desta vez foi ao contrário. Ao contrário por dois motivos, o primeiro porque desta vez vi no dia anterior por onde deveria (queria) ir, o segundo foi porque desta vez vim de Almeirim para a Cova da Beira.

Saí cedinho, pois a família iria sair de carro logo depois de almoço e eu queria chegar primeiro.

De Almeirim até à Chamusca fui às escuras, trazia somente uma luz de presença traseira. Imaginava um pouco mais de luz, mas até chegar a Alpiarça nem os buracos da estrada consegui ver bem.


Depois de visitar Almourol, seguiu-se Constância, Santa Margarida, o Tramagal, o Rossio ao Sul do Tejo, Pego....



Sempre que pedalo por locais menos habituais, vou "matando" o tempo falando com os meus botões, pensando, reflectindo, lembrando amigos.... É normal lembrar-me da minha amiga Susana "do Tramagal" sempre que por lá passo, o meu amigo Pi, quando chego ao Rossio, a minha amiga Maria e a Susana quando passo perto de Abrantes. Também me lembro delas quando passo por Alvega, pois recordo-me de terem familiares por lá....

Ainda não eram 9 da manhã, estava eu a chegar a Alvega e um carro teimava em não ultrapassar num local com enorme visibilidade e transito zero. Abrandei para facilitar ainda mais a ultrapassagem e reparei que até nisso o carro ia demasiado vagaroso, foi então que olhei e vi a minha amiga Maria a conduzi-lo e a olhar para mim :) Que felicidade!! Que encontro inesperado, domingo, aquela hora da manhã. Já não a via há bastante tempo. É por estas e por outras que tenho o Clube de Montanhismo da Guarda no coração, a família é grande e está por todo lado.

Depois de dois dedos de conversa à beira da estrada, cada um seguiu o seu destino. A Maria para Alvega e eu rumo ao Gavião. Claro que me emocionei e pelo caminho ainda "derramei" de felicidade. Coisas.....

Seguiu-se o Alentejo de Nisa e Vila Velha de Rodão.


Seguiu-se a tradicional (para mim) encruzilhada para atravessar Castelo Branco, pois nunca dou com a saída à primeira e só fui parar na Gardunha para o almoço volante. Paragem em Alpedrinha para uma sandes de carne assada, o local ficou já marcado para próximas passagens. 

Cheguei pouco passava das 15:00. Da próxima vez que fizer isto tenho que ter a certeza que a chave de casa vem comigo, pois quando cheguei ainda estava tudo em Almeirim quase quase para arrancar. Restou-me esperar duas horitas sentado à porta de casa....


domingo, abril 16, 2017

As voltas que eu gosto...



Quando a necessidade de somar quilómetros nas pernas se torna extremamente necessária em vez de andar por aí a passear (como tanto gosto) pelos caminhos mais escavacados das nossas serras, temos de reinventar algumas voltas.

Por outro lado, as prioridades também mudam como do dia para a noite.

Mas se há coisas que gosto em bicicleta é subir à Torre....


Passar por Loriga....


Passear a minha princesa.... (ainda para mais na companhia do meu Bekas).


 E a coisa mais rara, mas que me enche de orgulho..... pedalar com o meu Bekas. E que bonita volta que ele fez....



Só faltou o meu Tim que é quem me acompanha muitas mais vezes. Fico-lhe a dever esta!!!



sábado, abril 08, 2017

A volta dos 40



Quando a necessidade de somar quilómetros nas pernas se torna extremamente necessária em vez de andar por aí a passear (como tanto gosto) pelos caminhos mais escavacados das nossas serras, temos de reinventar algumas voltas.

Por outro lado, as prioridades também mudam como do dia para a noite.

Com o meu pai internado em Coimbra para uma delicada cirurgia, decidi ir à visita mas de bicicleta.

Assim, saindo da Cova da Beira bem cedo, rumei às Pedras Lavradas por Unhais da Serra. Já adivinhava o ter que carregar a bicicleta às costas, mas nunca desta maneira.... felizmente as obras para a reabilitação da estrada da EN230 na Teixeira de Cima já começaram!!! Custou mais foi....




Segui para a Vide, Ponte das 3 Entradas, Avô e Côja!!


Sem vontade para grandes paragens, só em Penacova "abanquei" à beira da estrada para o almoço volante.



Cheguei a Coimbra mesmo em cima da hora.....


Fazia precisamente naquele momento 40 anos que a minha mãe me trazia ao mundo, na Casa de Saúde "Coimbra". Oficialmente nos "entas". Beijinho Mãe, beijinho Pai..... Até já


segunda-feira, março 13, 2017

A fugir do vento (por Loriga)


Dia de muito vento.
Com vento forte de Norte, o que se pode tentar fazer para evitar algum? Bem.... eu tentei serpentear a Serra da Estrela a Sul. Não me safei de vento, forte por vezes em alguns "venturis", mas devo ter feito uma escolha sensata.

O dia começou e acabou de bicicleta. Hoje a pequena teve uma vez mais direito a "cavalo" pai, para puxar a sua "charrette" amarela. Foi bem melhor do que ir a pé, pois o vento era tanto que ali foi sempre mais quentinha.

O "meio" do dia foi preenchido com uma ida e volta a Loriga, tentando sempre ir encostado à Serra da Estrela. Acho que foi a melhor opção, por outros lados o vento devia ter sido bem pior. O almoço foi a cereja no cimo do bolo, sentado numa pedra de granito aquecido pelo sol a contemplar das paisagens mais tranquilas e serenas que conheço. Se tivesse ali carro, a volta acabaria mesmo ali, mas.... tive de regressar a pedalar.