Sábado respondendo ao convite do Rui Sousa, juntámos um grupo de 6 BTTistas na capela da Srª dos Remédios. Além das duas grandes BTTistas a Marta e a Catarina, apareci eu, o Mané, o Rui Sousa e o Nuno Duarte um companheiro do Rui de outras andanças a pedal e que por acaso é natural da cidade mais alta.

O Rui tinha traçado vários percursos que poderiam passar por Almeida, mas levámos sempre algumas alternativas "no bolso" para ir decidindo no decorrer da volta.
Começamos por passar na Gata, Pessolta e Casal de Cinza e depois derivámos na direcção da Cerdeira do Côa. Passámos a Sul de Pousada e do Espinhal e entrámos no "caminho romano" que passa a Norte do Rochoso. Da ultima que que por aqui andámos estava tudo bem molhado e frio acompanhou-nos em toda a volta. Se este caminho romano que o João Luís nos mostrou em Fevereiro estava cheio de agua lama e pedra solta, desta vez não havia nem agua nem lama, mas estava cheio de erva crescida a disfarçar a pedra solta. Um dia vou rebaptizar este caminho romano.
Depois da via romana, para fugir ao alcatrão tentámos "fugir" também da Srª do Monte, mas a verdade é que estávamos cada vez mais a fugir do nosso rumo e para o retomar, lá tivemos de subir até à capela.
Já com a Cerdeira à vista rumámos a Norte em direcção da Parada, seguiu-se Ade e Monte da Velha, terras de muitos bailaricos pelo que deu para perceber.
O percalço do dia está na fotografia abaixo. Apanhámos o caminho interrompido por um veiculo todo terreno de matricula amarela (não, não era francês) atolado na lama. O dono estava a tentar desenrascar a situação com pedras e um macaco, mas assim que nos viu chegar ganhou uma alma nova.
O condutor entrou no veiculo, ligou-o e todos lhe metemos a mão para empurrão, mas a verdade é que quase só bastava o Mané soprar-lhe para este veiculo todo terreno andar dois ou três metros para sair do lamaçal onde se tinha enfiado.

Prosseguimos e passado um pouco já o tinhamos de novo a passar por nós.
O condutor entrou no veiculo, ligou-o e todos lhe metemos a mão para empurrão, mas a verdade é que quase só bastava o Mané soprar-lhe para este veiculo todo terreno andar dois ou três metros para sair do lamaçal onde se tinha enfiado.
Prosseguimos e passado um pouco já o tinhamos de novo a passar por nós.
Continuámos e a fome apertou mais quando estávamos no alto de Leomil e decidimos parar no Tunel, para uma bifana e uma Coca-Cola que para variar estavam deliciosas. Estranho petisco este, que onde quer que seja, sabe sempre tão bem.


Chegámos a Castelo Mendo debaixo de um calor bem tórrido como também é normal para estas paragens.

O destino seguinte foi Leomil e até lá fizemos o percurso da GR22.






Em Leomil decidimos começar a fazer o regresso à cidade mais alta e rumámos ao Freixo. Passámos por casa onde estava a famelga toda a almoçar. Como já estávmos aviados, atestámos de agua fresca os bidons e as mochilas e prosseguimos a volta na direcção da Ribeira das Cabras.


Na Ribeira das Cabras mais própriamente no Santo André, o mato estava bem alto. Qualquer dia já não se consegue passar aqui outra vez.

Algumas arranhadelas das silvas e subimos a Pinzio, onde efectuámos mais uma paragem à sobra, dentro de um café para descansar um pouco. Já houve dias bem piores em termos de calor para estes lados, mas o calor que estava "obrigava" a mais uma bebida fresquinha.


De Pinzio subimos ao Jarmelo e descemos às Casas da Ribeira pelo caminho habitual, onde se seguiu o João Bragal e novamente Galegos à porta da cidade mais alta.









Foi um passeio bem relaxado que rendeu quase 90 Kms.












