domingo, agosto 17, 2008

Um fim de semana bem aproveitado

Sem margem para dúvidas que aproveitámos bem o fim de semana prolongado. Foram três dias com programa para todos os gostos:

No 1ºdia
- Guarda-Loriga em BTT pelo meio da Serra da Estrela;

No 2º dia:
- Loriga - Ponte das Três Entradas em bicicleta;
- Ver a Volta a Portugal em Bicicleta no prémio de montanha da Portela do Arão;
- Ver o eclipse da lua através do programa "Astronomia no Verão" da Ciência Viva;

No 3º dia:
- Corrida de Montanha: 4º Subida do Monte Colcurinho

O programa por inteiro foi feito por mim, pelo Mané e pelo João Luís! Sim, é verdade quem é vivo sempre aparece, não é assim que se costuma dizer? Veio e veio em força para os três dias de actividade.

Para o BTT de sexta-feira também tivemos a companhia do amigo Luís Afonso. Na quinta feira à noite trouxe-lhe a bicla da Covilhã e na sexta apanhou o expresso até a Guarda. O Mané foi busca-lo à central de camionagem e arrancamos os 4 por volta das 8:30.

Decidimos ir para o Caldeirão por Maçainhas e atravessámos a Guarda em direcção ao parque da saúde. Assim que estávamos a passar na alameda de Santo André quem havíamos de encontrar, o Vicente, a Tininha e estava a chegar a Anabela. Iam (e muito bem) fazer uma caminhada durante a manhã.

Eu, Mané, Luís Afonso e João Luís.

O grupo à entrada do Parque da Saúde.

Seguimos viagem. Descemos à barragem e subimos ao Alto de Famalicão, acompanhando a Ribeira do Caldeirão.

Um gamo nas imediações de Maçainhas.

Chegada ao Alto de Famalicão.

Chegada ao Alto de Famalicão.

Daqui poderíamos ter continuado a subir, mas como o Mané e o João Luís se recordavam bem do caminho por onde passou a Invernal de 2006, seguimos por aí. Descemos um pouco na encosta a Norte de Famalicão da Serra e apanhamos uma subida que nos leva até ao caminho que poderíamos ter trazido. A partir daqui tomamos o caminho normal até ao Fragusto.

Já na subida.

Serra por cima do Seixo Amarelo.

Luís e Mané.

No Fragusto fizemos a primeira pausa para um pequeno abastecimento.

No Fragusto.

O grupo na Mata do Fragusto.

O objectivo seguinte era a Azinha. Tínhamos de mostrar ao Luís Afonso, que nunca tinha andado por estas bandas, todas estas varandas da Serra da Estrela.


João Luís e Mané.

Luís Afonso a virar para a Azinha.

A caminho da descolagem.

Mensagem: Vitor foi este artista que pisou a rede. Ainda lhe atirei pedras, mas não o consegui desviar.

Sameiro.

Depois de apreciar as vistas e apresentar todos os monte ali à volta, tirámos a foto de grupo com vistas para o vale do Rio Zêzere e Ribeira de Beijames e continuámos a nossa viagem.

Tiago, Luís, Mané e João (o pisa redes).

A apreciar as vistas.

Os próximos quilómetros seriam de descida e a próxima paragem foi o Covão da Ponte. Aproveitámos para um pequeno abastecimento, pois neste pequeno desvio vale sempre a pena parar para relaxar.


Cores do vale do Rio Mondego.


Ahhhhhhh


Desvio para o Rio Mondego.


No Covão da Ponte.

Esta paragem soube mesmo bem. O local estava povoado, mas não muito confuso. A sombra estava agradável e o pão com chouriço também soube bem. Foto de grupo não houve pois houve um cromagnon que se meteu à frente da objectiva...


A subida seguinte era de terra batida até à Pousada de São Lourenço e de alcatrão até ao cruzamento das Penhas Douradas.

Subida para a Pousada.

Subida para a Pousada.

Vista sobre Manteigas.

A caminho da Pousada de S. Lourenço.

A caminho da Pousada de S. Lourenço.

Chegada à Pousada de S. Lourenço.

Assim que passámos o cruzamento das Penhas Douradas, descemos até ao Mondeguinho. E logo de seguida paragem obrigatória para a D. Judite nos preparar 4 sandes mistas e nos vender umas coca-colas.
Quem andar por estes lados deve sempre para por aqui para provar uma sandes de queijo da serra e presunto. E quando se vem a puxar pelo cabedal ainda sabe melhor.

No Mondeguinho.

Hora da Sandes.

Os sítios estratégicos com rede.

João e Mané.

E enquanto comíamos a sandes encontro o pai de um companheiro de voo (de São João da Madeira), dos tempos de Linhares da Beira e do Sameiro. Bons tempos aqueles ....

Depois de tratados, seguimos para o Lagoacho, via Vale do Rossim. Esta parte tem um piso bem massacrante, pois tem muita gravilha solta e torna-se bastante aborrecido. A sorte é que as vistas são boas.

Lagoacho.

Vistas do Lagoacho.

Lagoacho.

Afonso at Lagoacho.

Me.

A parte do caminho que as giestas vão tapando.

Depois do Lagoacho apanhamos o caminho que acompanha a conduta e seguimos em direcção à estrada. Só faltava mais esta subidita até à Lagoa Comprida.

Lagoa do Covão Cimeiro.

Lagoa Comprida.

Nesta subida de alcatrão a malta separou-se um pouco e só se agrupou no cruzamento que desce para a Portela do Arão. Ao chegar lá demos com este triste espectáculo mesmo ao lado da estrada. Só faltava estar sentado em cima de uma lata de tinta. Borrego!!!

Não é impressão, estava mesmo desnudo.

Talvez chocados com esta figura ou se calhar com a velocidade da descida, não tiramos uma única fotografia até chegarmos a Loriga.
Ainda fizemos um desvio para passar no Santuário da Srª da Guia, onde encontrei o meu pai que estava mais uns amigos no convívio de sportinguistas de Loriga.

Chegamos a casa dos meus avós perto às 17:00. A Ilda do Afonso chegou pouco depois e foram logo embora para a Covilhã. Os meus pais, a minha tia e a minha irmã chegaram um pouco depois
mas também seguiram para a Guarda. Quem veio ter connosco (e fez muito bem) foi a Belinha e a Barbara que não conheciam Loriga. Para quem andou este últimos tempos a caminho de Seia até parecia mal nunca ter ido visitar Loriga.

Como ainda era cedo e tínhamos o dia por nossa conta ainda fizemos uma caminhada até à praia fluvial de Loriga.

Praia fluvial.

Poço maior da praia fluvial.

O bar.

As gentes. :)

Ribeira de Loriga.

Visita feita fomos de novo até casa fazer o lume para os grelhados. E mais uma vez ao fim do dia avistámos o Monte Colcurinho onde no domingo iríamos estar.

Ao longe o Monte Colcurinho.

Como esperávamos, o dia de sábado acordou cinzento e com chuva. Já estávamos a contar com ela, mas como não se foi embora cedo, só saímos de casa às 15:00. A ideia era ir pelo Fontão até à Ponte das Três Entradas, mas como eram estas horas decidimos subir à Portela do Arão para ver passar a volta a Portugal em bicicleta.

Passando pelo Malha Pão.

Rui Sousa e David Livramento no sprint para o prémio de montanha da Portela do Arão.

O pelotão.
O nevoeiro ainda esteve presente na etapa.

Prémio de montanha.

Assim que o carro vassoura passou, nós iniciamos a descida por onde esta malta tinha subido. Chegamos à Vide fomos até Alvoco das Varzeas onde já lá estava o Sérgio com o João, a Elsa, o Filipe e o Henrique (malta do programa de Astronomia no Verão do Projecto Ciência Viva).

Ponte Medieval de Alvoco das Varzeas.

Montamos o acampamento no Parque de Campismo da Ponte das Três Entradas e fomos jantar.

Yep, também já aderimos a estas tendas (bem praticas).

Às 22:00 ainda subimos ao cimo do Monte Colcurinho para ver o eclipse, mas estava nevoeiro. A alternativa para a observação foi descer até ao Santuário da Srª das Preces em Vale de Maceira e esperar que houvesse alguma aberta. Tivemos sorte, por alguns minutos ainda deu para ver o eclipse. Enquanto ali estivemos ainda tive rede de telemóvel suficiente para receber uma bonita noticia da minha amiga Sandra. Em breve será mamã! :)

Ainda antes da meia noite regressámos à Ponte das Três Entradas. Desmontámos as biclas e deixamo-las logo arrumadas no jipe, pois domingo não iria haver muito tempo para isso.

Domingo foi o dia da corrida de montanha. Nunca tinha participado em nada destas coisas e muito menos destas coisas mais viradas para o "atletismo de montanha". A verdade é que gostei de participar na 4ª Subida do Monte Colcurinho. Foram quase 9 quilómetros de subida onde se venceram 1000 metros de desnível, onde demorei 1h:17m. Gostei da prestação. Está bem que quem ganhou só demorou 48 minutos, mas isso é sem duvida outra divisão.


Assim eu, o Sérgio Pissarra (dados a estas corridas desde a prova dos 3 Cantaros) e o Paulo Gonçalves (que já ganhou esta prova à dois anos com 45 minutos) fizemos a prova e o João Luis, Mané e a malta da astronomia fizeram a marcha.

Aqui fica a pagina oficial da 4ª Subida do Monte Colcurinho, onde estão as classificações e onde devem surgir fotografias. Mas aqui ficam algumas da entrega dos prémios.

Paulo Gonçalves (3º lugar Vet1)

Tiago e Sérgio.

Paulo e Sérgio.

Paulo Gonçalves (3º lugar Vet1)

Paulo Gonçalves (3º lugar Vet1)

Depois da almoçarada em Avelar regressámos a Guarda. Assim se passou um fim de semana prolongado ...

domingo, agosto 03, 2008

Taça de Portugal de Ori-BTT 2007/2008 - Ranking


Finalmente a Federação Portuguesa de Orientação publicou o ranking final da Taça de Portugal de Ori-BTT.

Em H21A eu acabei por ficar em 9º lugar e o Coelho em H35A em 15º.
Neste primeiro ano podemos dizer que o resultado foi bastante positivo e acabamos por superar as nossas próprias expectativas. Ainda temos muito a aprender nesta disciplina e como tal para o ano cá estaremos de novo para mais uma época. Vamos lá ver se conseguimos arrastar mais alguém connosco.
Para consultar todo o ranking clicar aqui.

Foto tirada na prova de Alcácer do Sal.

sexta-feira, agosto 01, 2008

Covilhã - Estrela - Covilhã (by night)

O fim de tarde BTTistico começou com uma voltinha pequena com a Catarina que acabou as 20:00. Mas o objectivo principal do dia era nada mais nada menos que os 1993 metros.


Já tinha combinado com o João Pedro que esta quinta-feira seria para ir virar lá acima. Entretanto piquei o Koelhone que aceitou de imediato o desafio.

O combinado era arrancar às 20:30 do Tortosendo, mas como todos nos atrasamos um pouco só as 21:00 é que arrancamos. A noite não estava propriamente uma boa noite de Verão, pois estava bastante vento e como estávamos a ver a serra tapada com nuvens não nos iríamos safar do nevoeiro. O mais provável seria "penar" um pouco na ultima parte da subida e na descida também.

A verdade é que tivemos muita sorte com o tempo. Como não estava quente (mas também não estava desagradável), fizemos só duas paragens curtas para não arrefecer. A parte com vento mais forte só apareceu um pouco depois do túnel. O nevoeiro foi subindo e nem sequer chegamos a apanha-lo. A descida fez-se sem qualquer problema de frio.

O percurso foi Tortosendo, Ourondinho (pela encosta dos Penesinhos), subimos pelas Cortes em direcção à casa do Padre Alfredo, sempre por terra batida. A partir dali foi o caminho normal até à Nave de Santo António e depois a estrada nacional. A descida foi feita sempre em alcatrão até à Covilhã pelas Penhas da Saúde. Resumindo 55 Kms percorridos entre Tortosendo-Estrela-Tortosendo e 1700 metros de desnível vencidos.

Bem ... fotografias é que não há pois as pilhas estavam na reserva.


sexta-feira, julho 18, 2008

Guarda - Estrela - Guarda

Estrela (1993 metros)

Na semana passada tinha recebido uma mensagem do Vicente a marcar para este sábado uma ida à Torre. A ideia inicial seria fazer tudo por alcatrão, mas como nós até gostamos mais de andar empoeirados, lá se alteraram os planos de forma a fazer a maioria da viagem por terra batida. O Mané já há algum tempo que tinha sugerido este percurso para a ida e foi por este que subimos aos 1993 metros.

Chamei ao tópico "Guarda - Estrela - Guarda" por uma razão muito simples, pois com a construção de algumas "obras de arte" no ponto mais alto da nossa Serra da Estrela, este local é conhecido por Torre. Mas por esta ordem de ideias, poderia também ser chamado por outros nomes alusivos à várias construções ali existentes. A verdade é que aquele marco geodésico de 1ª grandeza (ou 1ª ordem) situado na cota dos 1993 tem o nome de Estrela e dá o nome à nossa Serra.

Estrela (1993 metros)

O dia começou cedo. Às 6:30 da manhã já estava eu a caminho da pastelaria Rossio para comprar algumas merendinhas e pães com chouriço para os abastecimentos.

O João Luís e o Coelho também "convocados" para esta volta não puderam aparecer. Passava um pouco das 7:00 já estava o grupo reunido na Alameda de Stº André. Eu, o Mané, o Vicente e mais um companheiro do pedal, o Sérgio Currais, que também há algum tempo que queria fazer esta volta e juntou-se ao grupo.

O dia mais quente do ano, muitos quilómetros para fazer, muito desnível para vencer, paisagens lindíssimas, etc... ingredientes não faltavam para este dia de pedal.

Saímos da Guarda pelo Parque da Saúde em direcção a Vale de Estrela. Aí apanhamos um pouco de alcatrão até ao Alto de Famalicão. Aqui virámos à direita já em terra, para a serra e tomámos a direcção da Quinta do Fragusto (onde fizemos o primeiro abastecimento).

Abastecimento na Mata do Fragusto.

Seguimos viagem em direcção à Azinha onde não se viu um único parapentista. Ok, ainda era cedo!
Continuámos e parámos 2 minutos no cruzamento para o Gorgulhão para podermos avistar ao longe (mais uma vez) o nosso principal objectivo e desfrutar da paisagem.

Ao longe as Penhas Douradas, o Maciço Central, Cântaro Magro.

Vale do Zêzere.

A seguir ao cruzamento do Gorgulhão.


Dali descemos na direcção da Cruz das Jogadas pelo Corredor de Mouros.

As cores da época.

Na direcção do Corredor de Mouros.

Na Cruz das Jogadas, mais uma paragem, mas desta vez para comer qualquer coisa. Faltava a subida para as Penhas Douradas antes da paragem no Mondeguinho.

Mané, Vicente e Sérgio na Cruz das Jogadas com vista sobre o vale glaciar.

Mané, Vicente e eu na Cruz das Jogadas com vista sobre o vale glaciar.

Mais um rebanho.

A caminho da Pousada de São Lourenço.

Assim que chegámos à Pousada de São Lourenço, entrámos em alcatrão. Passámos as Penhas Douradas e fomos parar ao Mondeguinho para atestar de água. A máquina fotográfica aqui fintou-nos pois até disparou o flash, mas a verdade é que não tirou a fotografia. Falta de pilhas ...

Vista sobre Manteigas.

Penhas Douradas e o observatório.

Como não podia deixar de ser, a paragem obrigatória depois do Mondeguinho foi uns metros à frente para a verdadeira sandocha. É engraçado que já nem é preciso pedir, pois a dona deste comercio já sabe o que nós queremos: Coca-Cola e sandes mistas de presunto e queijo da serra.

O melhor abastecimento do dia.

Depois das energias estarem repostas pedalámos até ao Vale do Rossim e logo de seguida até à Barragem do Lagoacho. Aqui acaba o caminho "ciclavel" e como já tinha dito ao Vicente teríamos de fazer à mão uns metros até apanhar o caminho que acompanha o canal de água do Lagoacho.

Ainda antes de chegar ao alcatrão um pequeno (grande) percalço. A espia do meu desviador traseiro partiu e deixou-me a pedalar só com os 11 dentes do carreto mais pequeno ainda mais de 500 metros de desnível para vencer.
Lá consegui "desafinar" o desviador traseiro de forma à corrente não ficar na mais pequenina mas sim dois carretos acima. Menos mal ....

Entretanto liguei ao Sousa que ia estar pela Covilhã a mais uma vez desafia-lo para vir ter ao nosso encontro e ao mesmo tempo trazer-me um cabo novo. Entretanto com as mudanças que me restavam .... (à frente) fomos subindo. A subida foi-se fazendo e um pouco antes de chegar ao ponto mais alto da Serra da Estrela, estava o Sousa à nossa espera com dois cabinhos de mudanças para mim. Um para meter de imediato e outro para a mochila onde vai andar sempre.

Salvou o dia este santo homem, pois se a subida se estava a fazer sem problemas, no final do dia a mudanças todas deram muito jeito. Se não as tivesse dificilmente chegava à Guarda.

Não é qualquer um! Sousa, mais uma vez obrigado.

Até a maquina fotográfica ganhou um novo animo, pois o Sousa tinha lá umas pilhas carregadas.

Eu, Vicente, Sérgio, Sousa e Mané.

Continuamos a nossa volta e antes de virar para o ponto mais alto, avistámos duas lonas iguais a esta da figura. É somente mais um exemplo do caminho menos acertado que o turismo da Serra da Estrela está a levar. Enfim ....

É este o nosso turismo!

É caso para dizer, Sr. Turista venha dar uma volta de telecadeira e veja o que estamos a fazer ao planalto. Veja todo o lixo que existe à sua volta, veja todos os mamarachos de ferro e betão que aqui existem, as zonas que se desmataram para se descer de bicicleta e subir de jipe, etc .... Tudo isto me deixa triste ....

Ao chegarmos aos 1993 metros, parámos para a fotografia e fomos logo de imediato um sr. de Ponte da Barca que ali estava a picnicar junto ao marco geodésico nos ofereceu coca-cola fresquinha. Quem bem que soube.

O abastecimento vindo do Norte do país. :)

Ainda se encontra boa gente por aí.

E gente boa, daquelas boas, mas mesmo mesmo boas para tirar fotografias.


Estrela (1993 metros).

Estavam feitos 70 Kms e eram 13:00! O dia estava bastante quente, mas até aqui nem demos por isso pois por onde andámos soprou sempre algum vento. Começamos a descer ...

Os primeiros metros.

Passagem junto ao Cantaro Magro.

Passagem junto ao Cantaro Magro.

Vista sobre o Covão d'Ametade.

O Cântaro Magro visto de outra perspectiva.

O vale glaciar.

Assim que chegámos à curva da Nave de Santo António, o Mané lembrou-se e bem que escusávamos de continuar por alcatrão até aos Piornos e atravessámos o caminho da Nave.
Assim que chegámos à curva do chouriço a descida continuava em terra pela Serra de Baixo. No fim do trilho,virámos para o Poço do Inferno e fizemos mais uma pausa.


Poço do Inferno.


No Poço do Inferno.

Aqui já se começava a notar o calor. À medida que descíamos e nos enfiávamos no vale a temperatura ia subindo.


A caminho de Manteigas.

Assim que chegámos a Manteigas mantivemos o alcatrão até ao Sameiro, onde apanhámos a calçada até ao SkiParque. Bastou a descida e o calor a apertar para irmos perdendo a forma. O vale estava quentíssimo. No Vale da Amoreira aproveitamos para parar, comer e beber qualquer coisa. Entretanto ainda apareceu malta do parapente (Aguiar, Eduardo e a Sofia) com quem não tenho convivido tanto ultimamente e com quem estivemos um pouco na conversa.
Abastecimento feito e pedalámos até Valhelhas onde começamos a subida até ao alto de Famalicão. Foi sem duvida a pior parte do dia. A temperatura não devia andar longe dos 40 graus, pois se no Vale da Amoreira estavam 35 e ali estava bem mais quente ....

Pouca sombra apanhámos e o a pequena fonte à beira da estrada antes de Vale de Estrela com água fresquinha foi uma lufada de ar fresco.


Antes de Vale de Estrela.


Vista sobre o vale do Caldeirão.

Em Vale de Estrela regressámos à terra para subir na direcção da carreira de tiro.
Assim que chegámos à cidade mais alta, fomos fazer o pleno, fomos pôr a cereja em cima do bolo, fomos contemplar a vista na torre de menagem.


Mané, Sérgio, Tiago e Vicente nos 1056 metros.

Antes de regressarmos a casa, ainda parámos na Praça Velha.


O grupo ...


A bonita Sé da Guarda.

Foi uma boa pela nossa Serra da Estrela, a começar e acabar na cidade mais alta que rendeu 145 Kms.

Altimetria deste passeio.

domingo, julho 06, 2008

Cerejas ...

Várias tipos de cerejas não faltaram nestes 70 Kms da tarde de sábado.

Sábado de manhã a Lolita estava um caos devido ao desgaste destes últimos tempos e sem tempo para grande "carinhos", precisava de uma pequena manutenção.

Passei parte da manhã de volta dela para ver se de tarde ia pedalar. Já está melhor, mas ainda está a precisar de algumas coisas. Ir ao dentista, comprar calçado novo, etc ...


Tudo muito à pressa, combinei com o Mané e com o Vicente às 15:30 junto à Alameda de Santo André.

Não sei onde para a maquina fotográfica (de novo), portanto hoje as poucas fotos foram mesmo com o telemóvel. Enfim, modernices ....

Foram alguns sobes e desces pela Serra da Estrela. O percurso foi:
- Subir ao alto de Famalicão;
- Descer a Valhelhas;
- Subir à Quinta do Fragusto;
- Descer à Quinta da Taberna
- Subir a Videmonte;
- Descer ao Mondego;
- Subir aos Trinta;
- Descer ao Caldeirão;
- Subir à Guarda (Torre de Menagem);
- Descer para casa;

Uma volta muito fixe, que pode ficar ainda melhor com uns upgrades de terra. Com estas subidas podemos dizer que houve muitas cerejas em cima do bolo, mas pelo caminho houve daquelas a sério. Uma cerejeira ao abandono mesmo ao lado do caminho. Até parecia mal, não lhe aliviar algum peso dos ramos. :)