terça-feira, abril 17, 2007

Até à Cabreia

Como tinha de ir sábado até Aveiro, combinei com o cagaréu mór Hernâni uma voltinha por aqueles lados.

Eu e o Mané já chegámos a Aveiro em cima da hora do almoço. O Hernâni veio ter connosco e fomos primeiro tratar de almoçar. Para as biclas não ficarem abandonadas em cima do automóvel ...... (situação inédita para mim e para o Mané) .... o Hernâni orientou um lugar para as guardar, adivinhem onde? Dentro do restaurante, encostadas ao aquário do marisco.

Depois do almoço e já depois de tratar das compras que tinha de lá ir fazer, fomos até casa do Hernâni buscar a bicla dele e arrancámos para Sernada do Vouga, onde começámos a pedalar.


Inicio da terra batida.

Como já não tínhamos a tarde toda, fomos a bom ritmo até à cascata da Cabreia, local que já tinha visto em fotos. Ainda passámos em sítios que já conhecíamos desde a maratona do vale do Vouga do ano passado e de resto foi acompanhar o Vouga e seguir um dos seus afluentes, o Rio Mau.

Ponte sobre o Riu Mau.


Mané


Eu na Cabreia.

Eu na Cabreia, outra vez.


Cabreia.


Cascata da Cabreia.

Eu,Hernâni e Mané junto à cascata.



Antes de começar a descer.


Vistas ...


Mané depois de mais duas rampas (uma a descer e outra a subir).


Foi um bom fim de tarde. Duas horas de pedal que nos deixaram água na boca. Logo lá voltamos com mais tempo. Um obrigado ao companheiro do pedal Hernâni.

domingo, abril 15, 2007

Catarina e Diogo no barrocal e torre de menagem

Dia 9 de Abril, depois da Páscoa e aproveitando o dia de férias fui desenferrujar as pernas. Desafiei a minha irmã e o Diogo e lá fomos nós dar uma voltinha pelos trilhos da Guarda.
Se até aqui sempre andámos por zonas com subidas curtas, desta vez foi como se fizéssemos uma introdução às subidas onde todos se portaram muito bem.
O percurso foi o seguinte: saímos do bairro do pinheiro em direcção ao rio diz. Do rio diz seguiu-se a estação de caminhos de ferro e rumámos para a zona de terra na ribeira de massueime. Descemos ao lado da ribeira (no caminho mais chegado à linha do comboio) até ao fim do vale. E aqui começou a parte mais difícil pois praticamente, à excepção dos dois Kms de regresso a casa tínhamos acabado tudo o que era de descida e de caminhos a direito.


No vale da ribeira de massueime.

Subimos ao Alvendre, onde parámos para comer um bolo e do Alvendre continuamos a subir até ao Barrocal e posteriormente as eólicas.


Antes de começar a subir para o Alvendre.


Subida depois da vacaria.


Diogo na subida para o Barrocal.


Catarina na subida para o Barrocal.


No barrocal.


A minha mana e eu no Barrocal, com vista para as eólicas.


Eólica.


Passagem junto às eólicas.

Aqui só faltava mesmo a subida para a torre de menagem para acabarmos em grande. Foi pena a maquina já não ter pilhas para tirar aqui uma ultima fotografia, mas logo lá voltamos.
Pelo caminho ja se tornou habitual pararmos para ver os "piquenos", a Júlia e o Francisco.


Os "piquenos" Julia e Francisco com os "gandes" Beta e Ani.

Desde a torre de menagem da Guarda, optámos por descer para casa pela praça velha, portas do sol, colégio de S. José, onde apanhámos a calçada romana até à Povoa do Mileu, e depois cada um para sua casa.
Os meninos Diogo e Catarina e estão de parabéns. Continuem assim que estão no bom caminho.

sábado, abril 07, 2007

GR22: Sortelha - Castelo Mendo


Para quem nunca tinha ido a Sortelha, ir lá dois dias seguidos de bicicleta é porque vale a pena.
O inicio do dia foi quase idêntico ao de ontem, como a minha irmã trabalhava hoje aproveitei a boleia. A diferença é que hoje tinha a companhia do Mané e do Coelho.


Mané e Coelho.

Tal como no dia anterior fomos sempre em alcatrão até Sortelha. Em Sortelha apanhámos o trilho da GR22 que vem de Monsanto e que segue para Castelo Mendo.


Água na subida para Sortelha.


Subida para Sortelha.

Entrada da muralha de Sortelha.

Junto ao pelourinho em Sortelha.

De Sortelha e já pelos trilhos da GR22 chegámos ao Sabugal, e logo avistámos o seu cartão de visita, o castelo.


A caminho do Sabugal.


A caminho do Sabugal.


Castelo do Sabugal.


Foto de grupo antes de descer ao Sabugal.

Devido aos 140 Kms de ontem, hoje sentia a barriga muito vazia e estava a comer mais que o normal. No Sabugal tive de reforçar a "marmita" com mais uma merendinha e aproveitei para comer uma bola de berlin e um nectar. Era mesmo o que estava a faltar. A partir daqui senti-me muito melhor.


Subida para o centro.



Um almoço no sabugal.


Separar o lixo.


De volta ao trilhos e aí vamos nós em direcção ao Soito. Não se admirem se não encontrarem esta terra no mapa, pois aparece como Souto em muitas coisas. Agora a explicação para nuns sítios se chamar Soito e noutros se chamar Souto, não sei, mas hei-de averiguar.


A caminho do Soito.

Um bocado trilho mais acidentado e de volta ao bom estradão.

Uma amiga que encontrámos no caminho e as marcações da GR22.

Depois do Soito seguiu-se Alfaiates. Já na rota do contrabando há 15 dias atrás tinha passado aqui perto com o Mané, mas desta vez fomos mesmo à aldeia.

Em Alfaiates.


Alfaiates.

Por vezes as marcações estavam bem disfarçadas, por vezes gastas nas pedras ou nos imensos carvalhos onde estavam pintadas. Mas indo bem atentos ao caminho (descidas inclusive) e não havia que enganar. Boa ideia era voltar a pintar as marcações da GR22, pois da forma como estão em breve, perde-se este interessante e bonito percurso.


Marcação bem visível e o Koelhone ....


Passagem de pedra.

Na descida que antecedia esta passagem de pedra o Mané atrasou-se muito.


Na mesma passagem à espera do Mané.

Quando eu e o Coelho voltámos atrás, estava bem visível a razão ..... mais um furo para a colecção.


A trocar a câmara de ar.

Mais uns Kms e chegávamos a uma aldeia que nunca tinha ouvido falar, Rebolosa. Aqui aproveitámos para comer mais uma merendinha.


A chegar à Rebolosa.


Mais um lanche.


Acabar a merendinha e de volta ao caminho.


Sempre de olho nas marcações.

Na Aldeia da Ribeira, tirámos a fotografia à ribeira da aldeia.


Um cruzamento e a ribeira da Aldeia da Ribeira.


Apanhado pela objectiva.


A rolar e o Coelho a esforçar-se para ficar na fotografia.


Perto da Nave de Haver.

O trio pedalante.

Os trio de outra perspectiva.


Pedalando.

Quando demos conta estávamos praticamente em Vilar Formoso. Mas o nosso destino não era esse, era um bocado mais complicado. Ainda tínhamos o vale do rio Côa para ultrapassar.


Ao longe Vilar Formoso.

Marcação da GR22 e o caminho a atravessar uma estrada municipal.


Marcação e Mané.

A dois ou três Kms de Vilar Formoso virámos à esquerda em direcção à Freineda.


Freineda.

Da Freineda até ao açude do rio Côa antes de Castelo Mendo, esperava-nos a nossa melhor descia, mas também a pior parte (sem caminho) e depois a melhor subida.
Por pouco não ficávamos do outro lado do rio. A passagem de pedra leva a um areal que fica no meio do açude e depois foi andar a pular por entre os troncos de árvores até chegar à outra margem.


Passagem sobre o rio Côa.


Algumas partes atribuladas da travessia do Côa.


Rio Côa.


Rio Côa.


Jump, jump ...


E mais jump, jump ...

Alcançada a margem do lado de Castelo Mendo, iniciamos a subida até à aldeia. Ao chegarmos à aldeia já tínhamos o meu pai à espera. Tirá-mos a fotografia final e enquanto arrumávamos as biclas em cima do carro encontrámos nada mais nada menos que o Arménio que andava por na fotografia, claro.

Castelo Mendo.


O meu pai, o Coelho e o Arménio. O Mané a prender as bikes.

Estes 90 Kms da GR22 estão bem marcados e este troço que fizemos foi muito bom. Atenção e olho bem aberto são necessários. Apanhámos umas pinguitas na recta final, mas nada de relevante.
Mais um dia de BTT muito bem passado. Temos de agendar a próxima etapa.