domingo, março 11, 2007

Trilhos da Açafa II


Sábado, no regresso de Penela o Coelho deixou-me na saída da A23 para Vila Velha de Rodão onde já o David estava à minha espara. Fomos até ao Vale do Cobrão (terra da mãe do David), onde dormimos a noite de sábado para domingo. À noite ainda fomos até Vila Velha de Ródão e quando passávamos pela estalagem no largo da feira onde no dia a seguir era a concentração encontrámos uma malta de bicicleta. Era nem mais nem menos que a malta de Aveiro os Cagaréus liderados pelo Hernâni com quem já tinha trocado umas mensagens no forumbtt. Aproveitamos a "boleia" e jantámos com eles na estalagem e depois fomos até aos bombeiros levantar os dorsais.

Eu, o David e os cagaréus que estiveram em Ródão.

Domingo às 9:00 da manhã aí estávamos nós para nos juntarmos aos cerca de 200 BTTistas: eu, David, Mané, Sérgio, Luís, André, Cerezo, Simão e Adriano.

A malta toda, com as Portas de Ródão como pano de fundo.

A partida foi dada no local da concentração, o largo onde se realiza a feira. Daí fomos em "marcha lenta" atrás do jipe dos bombeiros até ao quartel e a partir daí foi só seguir as fitas.


Partida no recinto da feira.

Eu e o Adriano e de raspão o David e o Luís, numa foto tirada por um Cagaréu.


Nas ruas de Vila Velha de Rodão.

Os primeiros quilómetros andamos uma boa parte do grupo a pedalar junto. Foi o normal, até como em Ponte de Sôr, perdemos o menino David de vista e só o encontramos no fim. Onde ele andou??? Ninguém sabe ao certo ....


Primeiros Kms em terra.


Primeiros Kms em terra.


No nosso reagrupamento, o André e eu.


No nosso reagrupamento, o Adriano e o Luís.


No nosso reagrupamento, o Mané e o Sérgio

O grupo partiu-se na primeira subida (mais ou menos no Km 18), mas quase se reagrupou no primeiro abastecimento em Sarnadas de Rodão, era uns a chegar e outros a acabar de sair.


No primeiro abastecimento eu e o Adriano.


Museu do Azeite em Sarnadas de Ródão.


Atestando o cantil.


Luís e André algures entre o primeiro e o segundo abastecimento.

Os Kms seguintes foram bastante suaves até ao segundo abastecimento em Alvaiade.


Estradão da eólica do Vale do Cobrão.


Paragem para fotografar a paisagem.







A partir de Alvaiade foi a parte mais complicada de todo o percurso, feita na hora de maior calor (deu para queimar, pois estava um dia de Verão). Subida à estrada do Vale do Cobrão, continuação da subida para a eólica e depois mais uma fantástica descida com vista para o Rio Ocreza. Acabando a descida e aí está a última súbida digna de referência que nos levou a passar quase no Penedo Gordo (monte ao lado de Vila Velha de Ródão). Depois da subida já se podia avistar a magnifica paisagem sobre as Portas de Ródão e o Castelo do Rei Wamba. Lindo .....
Para acabar em beleza mais uma fantástica descida até à porta dos Bombeiros Voluntários de Vila Velha de Ródão.


Ao longe as Portas de Ródão e o Castelo do Rei Wamba.

No geral este evento foi 5 estrela, desde o percurso, abastecimentos, etc ... Esta organização merece o sucesso que este evento teve. Gostei bastante das subidas e adorei as descidas. Os trilhos estavam todos num estado excelente.

Somente dois aspectos negativos a lamentar, a queda do amigo Cerezo e a badalhoquice das garrafas de água espalhadas no trilho imediatamente a seguir aos abastecimentos.

Ori-BTT


Sábado dia 10 de Março foi dia de estreia no Ori-BTT!

À uns tempos surgiu a ideia no clube de juntarmos uma malta para participar nas provas de orientação da FPO. Foi então que se juntou um grupo para participar nas provas de orientação pedestre e outro grupo (onde eu estou incluído) para participar nas provas de Ori-BTT.
Como a época já vai a meio, decidimos participar em algumas provas com o intuito de nos ambientarmos à modalidade, para no próximo ano fazermos todo o circuito de provas.

Decidimos então participarmos no VIII Ori-BTT NADA, a contar para o campeonato nacional de orientação em BTT, que se ia realizar em Penela. E quem foi até Penela? Os de sempre ..... eu e o Coelho e lá em Penela encontrámo-nos com o Matias.
Optámos por nos inscrever na classe open OPT2, pensámos que OPT1 seria muito fácil e OPT3 para começar um bocado puxado. Das duas etapas de sábado optamos por nos inscrever na que decorria de manhã (média distância) pois não sabíamos se acabaríamos a tempo de participar na etapa da tarde (sprint).

A nossa opinião é unânime a estreia não podia ter corrido melhor. Adorámos a experiência, e gostámos de como uma prova destas se desenrola. A etapa da manhã soube a tão pouco que mal acabamos decidimos nos inscrever para a etapa da tarde. Quando saíram os resultados, mais entusiasmados ficamos, pois na nossa classe ficamos com o 1º e 2º lugar.
A prova da tarde já não correu tão bem como a de manhã, pois hesitámos por duas vezes e perdemos algum tempo, mas a verdade é que voltámos a levar nesta segunda etapa o 1º e o 2º lugar.

É para continuar ..... sem dúvida alguma, mas para a próxima em OPT3!
Classificações aqui.


Coelho

Eu

E as nossa burras, com os porta-mapas a estrear.

domingo, março 04, 2007

Felizardas

Já somos quatro primos a pedalar...
Sábado, antes de arrancar para a Sierra de Bejar fui pedalar com a família. É verdade, fui com o meu primo Mané, o meu primo Diogo (que já tinha vindo comigo uma vez no Verão), e imagine-se com quem mais ...... é verdade, temos um elemento feminino a começar a pedalar, a minha irmã. Esta semana aproveitei para por a andar a nossa velhinha Giant Coldrock e para já a Catarina tem bike.

Às 10 da manhã estávamos nós a começar para dar uma voltinha de quase 20 Kms. Do Bairro do Pinheiro, fomos até aos Galegos, Gata, Monte Barro, Sequeira e de novo Bairro do Pinheiro.

Estas duas novas aquisições portaram-se lindamente. Não foi propriamente um passeio fácil, pois apanhamos partes bastante enlameadas e passamos no mato cerrado entre o Monte Barro e a Gata.

Acredito que tenha sido a primeira de muitas voltas!

Aqui ficam algumas fotos.

domingo, fevereiro 25, 2007

Sábado terra, domingo alcatrão ...

Este fim de semana em vez dos meus pais virem até à Guarda a minha irmã e a minha tia Elvira foram ter com eles a Côja.
Resumindo fiquei sozinho no fim de semana. Ontém, sábado foi dia de dar uma voltinha de BTT com a malta da Cova da Beira, domingo também pensei em pedalar. Foi então que me lembrei de ir almoçar com eles todos a Côja. Juntei assim o útil ao agradável: pedalava, não almoçava sozinho e almoçava comidinha da mamã com o meu pai, irmã e tia.

Às 8:00 estava a saír de casa na Guarda em direcção a Côja.

Para apanhar a estrada da beira no Porto da Carne, fui pelo Alvendre para depois descer pelo Sobral da Serra. Mas quando passava a ponte por cima do IP5 lembrei-me: "E se fosse já por aqui?". Como está fechado ao transito decidi ir mesmo por lá, desci pela ponte com a Lolita até ao alcatrão e aí vamos nós.

Apanhei em quase toda a viagem vento de frente, o que me fez chegar um bocado atrasado. Se quando fui a Fátima (com o Vicente, João Luís e Coelho) fizemos este percurso sempre com média a rondar os 25 Kms/h, desta vez andei sempre a rolar com média de 19 Km/h. Só mesmo depois de Oliveira do Hospital é que consegui fazer com que a média passa-se os 20 Kms/h.

O tempo esteve sempre nublado e de vez em quando lá apanhei com umas pingas, mas nada que não se suporta-se.

Quando já estava a chegar às Vendas de Galizes vejo um carro a fazer sinal de luzes. Era o meu pai e a minha irmã que vieram ao meu encontro. Foi aqui com esta força adicional que a média lá foi subindo.

Aqui ficam algumas fotos destes 111 Kms desde a porta de casa na Guarda até à porta de casa em Côja.


Descida do IP5 para o Porto da Carne.


Mais descida ...


Olhando para o vale do Rio Mondego.


Linhares da Beira: tantas boas recordações.


Lá ao cimo, Folgosinho.


Abastecimento de àgua em Seia.


Depois de alguma chuva.


Algures na N17.


A chegar a Oliveira do Hospital.


Paragem no Senhor das Almas para comer uma barrita.


Vendas de Galizes.


Encontro com o meu pai e com a minha irmã.


Fotografias que a Catrina tirou.


Côja: Ponte Dr. Fernando do Valle.


Côja: Caneiro.


Vista sobre Côja.


Côja: ponte velha.

Côja: Rio Alva.