sábado, novembro 10, 2007

GR22: Monsanto - Sortelha

Foi a última. Terminámos a GR22, a Grande Rota das Aldeias Históricas em BTT.
Nesta última etapa ligámos Monsanto a Sortelha.

Passava um pouco das 7:00 quando eu, o Mané e o Coelho saíamos da Guarda em direcção a Monsanto, a aldeia mais portuguesa de Portugal, com as biclas em cima do carro.
Chegados a Monsanto, preparamo-nos nas calmas e antes das 10:00 estávamos a sair.

O dia, deste duradouro Verão de S. Martinho, esteve muito agradável.

Demos meia volta por Monsanto, fomos a um dos miradouros dar uma espreguiçadela como quem acaba de sair da cama e de seguida fizemo-nos à terra batida e às pedras da calçada.


Proibido estacionar.

Mirando a paisagem.

Um residente chamado Tiago.

Um residente chamado Paulo.

Mané aos comandos.

Os primeiros 4 ou 5 quilómetros até foram em alcatrão, mas logo entrámos no habitat natural de uma bicicleta de todo terreno.

Coelho e Eu.


Mané.


Coelho (à frente) e Mané (atrás).


Nós e as cabritas (para variar).


Sempre na boa...


Mané.


As cores do Outono.


BTT e trabalho.


Mané e Coelho.


Eu e o Coelho.


Primeiro abastecimento.


Marcas do caminho.

Esta etapa à semelhança da ultima foi bastante plana. O percurso leva-nos praticamente até Penamacor, mas a rota acaba por passar a Este desta sede de município. Mais à frente e aproveitando um cruzamento, um muro de pedra e o sol quente do dia, parámos para almoçar. Estavam feitos 30 Kms.

Boas descidas ...


Boas planicies ...


mééééé


Fotos marca registada do Mané.


Koelhone.


Pelos trilhos da GR22.


Penamacor à vista.


Coelho e Mané.


Quase em Penamacor.


O almoço.

Depois da bucha seguimos até à Meimoa, terra que em tempos frequentei quando voávamos de parapente para estes lados: Meimoa, Benquerença, Salvador, Aranhas, etc .....
Como ainda não tínhamos comido a sobremesa, parámos na Meimoa para comprar ...... bombocas. É verdade!! Comprámos uma dúzia delas. Aqui a matemática dá jeito para alguns, pois a média dá 4 bombocas para cada um de nós, mas ......... mais não digo. Não é Coelho!?!?


Pelos eucaliptais da região.


Entrando de novo em terra.


Marcações da grande rota.


Coelho.


A lição do ecoponto de hoje.

A próxima paragem foi na bonita barragem da Meimoa. Até Meimão o trilho contorna sempre as margens desta albufeira. Um passeio muito bonito, para cá voltar noutras circunstâncias.


Coelho [at] barragem da Meimoa.


Me [at] barragem da Meimoa.


Registando paisagens.

Vista parcial da albufeira.


Mané.


Reflexos.


Peixe.


Por entre os carvalhos.


Mané a caminho de Meimão.


Um dos braços da barragem.


Ao lado da barragem.


A passar a Ribeira da Meimoa.

Aproximava-se a parte mais difícil do dia, a subida para o parque eólico entre o Terreiro das Bruxas e Santo Estevão. Mas não passava de uma subidita! Depois de etapas como a de Linhares-Piodão e Piodão-Castelo Novo, a isto nem se pode chamar subida.


Um confortável sofá junto a uma marcação.


Paisagem durante a subida.


Coelho no fim da subida.

Durante a descida para a Aldeia de Santo António, local onde está localizada a bifurcação para Castelo Mendo, já se começava a sentir algum frio junto às linhas de água.


Engarrafamento registado pelo Mané.


Vaquinhas.


Cavalinhos.


Para Castelo Mendo e para Monsanto.

Chegámos a Sortelha eram 17:00 e a Dulce (a nossa recolha) tinha acabado de chegar. Mais bem combinado não podia ter sido.
Eu o Coelho e o Mané, no pelourinho de Sortelha (local onde começamos a GR 22)


Aqui fica o vídeo do dia:





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